Últimas Produções

Era uma vez...

Volta

Por favor entra

Frágil

Lista de sonhos

Começar de novo

Crise amorosa

Principessa...

Encontros perfeitos

Simplicidade

Baú da Princesa

Outubro 2008

Setembro 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007


Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Sonho

 

Dizes-te culpado pela morte dos meus sonhos, mas não, não, Adorável, não me mataste os sonhos. Mataste outras pequenas coisas, que talvez até fossem mais importantes...

            Foste tu quem me devolveu a capacidade de sonhar, como o cirurgião que devolve a capacidade de ver. Reinventaste-os de ti para mim, estão agora melhores que os que um dia tinha sonhado sozinha, estão agora melhores que os que perdi por ninguém os querer sonhar comigo.

            Pena já não me servirem, pena os teres já esquecido, pena já não os quereres, pena eu desejar não os querer também.

tags:

publicado por Flá às 18:47

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

O pó que somos

 

Tudo só se foi como veio, sem eu merecer...não te merecia quando chegaste e também não mereci quando partiste.
 
            Tenho pena que as lembranças um dia se esgotem, que se esgotem novas, novas de serem lembradas pela primeira vez...tento pensar menos, para que as novas durem mais, para que as novas nunca acabem...mas quanto mas as aperto em mim mais elas querem ser lembradas e choradas e, quanto mais elas querem ser lembradas e choradas mais eu as aperto em mim e, quanto mais eu as aperto em mim mais elas querem ser lembradas e...
 
            Lembro-me da nossa primeira discussão, não me lembro se era minha ou tua, mas...desta vez não houve discussão...tudo se foi, tudo se foi, como um punhado de cinzas que o vento leva e nunca mais volta a juntar.
tags:

publicado por Flá às 18:45

link do post | comentar | favorito

Sábado, 15 de Setembro de 2007

Tens magia no olhar!

Não julgava possível encontrar no meu, o teu olhar, o certo é que o pousaste em mim...e nesse instante tudo mudou.

            Tive medo de querer cada vez mais o teu olhar para mim, tive medo de o querer de mais, tive medo que perdesse todo o encantamento que tinha, tive medo que fosse um engano e que não o tivesses, afinal, pousado no meu e fugi, fugi como sempre havia feito. Mas de cada vez que levantava para o mundo os meus olhos, lá estavam eles, os teus, pousados nos meus, sempre pousados nos meus...mesmo obrigando os meus a fugirem dos teus, os teus puxavam-me para eles, como se de ímanes se tratassem...apresentei-lhes uma falsa resistência, sabia da minha incapacidade de lhes resistir. Não consegui evitar percorrer o caminho que me impingiram, o caminho que me levou a ti e, consequentemente, à felicidade.

            Os teus grandes olhos são mágicos...como eu os amo.

tags:

publicado por Flá às 00:04

link do post | comentar | ver comentários (8) | favorito

Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

...

            Vou ficar aqui a olhar a rua pela janela, a ver as suas luzes, a ouvir as vozes que de lá vêm, mais os risos, mais o barulho dos carros, mais os saltos das senhoras que batem na calçada, mais...e vou gastando este maço de lenços enquanto tudo corre lá fora.

            Ouço a tua voz em todas as que ouço da rua, ouço o teu riso em todos os que ouço da rua e mesmo não querendo não consigo evitar querer que toques à campainha e me leves contigo, sinto-me só como há já muito não sentia..caí no esquecimento, no esquecimento de todos, até tu, até tu me esqueceste. Mesmo que digas o contrário, sei que não pensaste em mim o tempo todo, na melhor das hipóteses lembraste-te de mim quando leste a mensagem que te mandei.

            Caí completamente no esquecimento, fiquei completamente sozinha...uns esqueceram-me de uma forma, outros de outra e tu, tu esqueceste-me com a tua forma de esquecer.

            Amanha vais dizer que não estiveste um segundo sem pensar em mim, que não tiveste um segundo sem me quereres contigo... eu, eu vou fingir que acredito, para que não tenhas que fingir que ficas magoado por eu não acreditar em ti

tags:

publicado por Flá às 20:02

link do post | comentar | ver comentários (12) | favorito

Domingo, 29 de Julho de 2007

Uma carta real, por tu, Pedro, também o és, real...

            No fundo era como se já te soubesses perdoado, pois no fundo era como se eu já soubesse a verdade, ainda que ninguém mo tenha confirmado, porque ninguém para além de ti o poderia ter feito.

            Costumo dizer-te, sobre as nossas discussões normais, de casais normais, que não são as recordações más que ficam e que mais nos marcam, mas sim as boas, continuo a acreditar nisso, mas esta dorzinha não saiu, não sai, não sei se alguma vez sairá...esta é uma daquelas verdades que mesmo sem ser conhecida já magoa, magoa só por existir, é uma verdade das que ficam, das que marcam, como as recordações boas, mas é uma verdade que está ofuscada, ofuscada pelas recordações boas.

            Não consegui evitar chorar ao ver a minha almofada, parece que ela me torna mais fraca...

            Adoro brincar contigo na praia, adoro quando caímos os dois no mar, que nem dois miúdos, no meio das pessoas que apenas molham os pés e que nos olham de lado, adoro quando te mandas para o mar fingindo ter sido empurrado por mim, quando apenas te encosto a pontinha de um dedo ao ombro, adoro quando rimos que nem dois tolos por qualquer coisa que não nos ocupa, já, lugar na memória, por tão importantes que são as nossas gargalhadas conjuntas, adoro quando ficas contente com as minhas vitórias, como se tuas fossem, e se apenas conheces as minhas vitórias, é porque nunca me deixas desistir do que realmente quero, por isso, sinto-me na obrigação de sair vitoriosa de tudo...

Tudo o que adoro em ti, na nossa relação e na nossa história normal, de casal normal, é tudo o que rodeia e ofusca aquela verdade que apesar de tudo ainda magoa.

Sei que não te mostrei o quanto doeu, sei que tinhas medo que esta noite chegasse...efectivamente, esta noite, a noite após a confirmação, fez-me pensar sobre o assunto, mas não me fez mudar de ideias, afinal eu perdoei-te e se o fiz não me arrependerei nem voltarei atrás com a decisão, voltava a perdoar-te agora, e amanhã, provavelmente, também, e voltava a dizer-te baixinho ao ouvido “tudo bem, eu perdoo , não chores, eu amo-te, está tudo bem”, porque acredito quando dizes que me amas, porque sei que te melhoras para mim, diariamente, porque acredito quando dizes que estás arrependido e que foi um erro e, principalmente, porque para além de ti não poderia haver mais ninguém como tu na minha vida, porque tu és aquele, e não tens mesmo de chorar ou ficar com o olhar triste, porque está mesmo tudo bem, estás perdoado e eu continuo a amar-te...ao contrario do que temias, confio em ti mais que nunca, mostraste-te merecedor de tal confiança, porque a verdade é amiga da confiança.

Obrigada, mostraste-me que tudo é possível .

tags:

publicado por Flá às 23:25

link do post | comentar | ver comentários (28) | favorito

Segunda-feira, 16 de Julho de 2007

Vencido pelo cansaço, aconchegado por ti

            O corpo pesado, quase morto pelo cansaço cai sobre a cama, já adormecido…passou meses acordado, primeiro ansiando o teu regresso, sem garantias de ele vir mesmo a acontecer, depois temendo uma nova partida, que não suportaria…foi, hoje, vencido pelo cansaço. Descansa sereno e feliz, pois sabe, graças ao que lhe mostraste, que não tem de ter medo, estarás sempre por perto, estará sempre seguro e, aconchegado nos braços que ama.

            Ao acordar verei os teus olhos pousados em mim, sentirei os teus braços envolverem-me, sentirei os teus lábios tocarem levemente na minha orelha, ouvirei a tua voz doce dizer: “Bom dia, Amor”.

            A partir de hoje não terei mais medo de adormecer, pois sei que estarás sempre lá para me ver acordar.

            Por favor não me desiludas como quase já o fizeste uma vez…


publicado por Flá às 13:11

link do post | comentar | ver comentários (9) | favorito

Sexta-feira, 29 de Junho de 2007

Não dou pela passagem do tempo, logo, não envelheço...

            “Não, Amor, vai sozinho, hoje fico em casa, sinto-me cansada”, respondi-te ao convite que me havias feito para irmos beber um café e aproveitarmos depois o solzinho de Inverno no parque a namorar, ou a ler o jornal, ou ainda a fazer os dois ao mesmo tempo.

            Ao ouvir o trinco da porta, que fechaste ao sair, não consegui evitar chorar, era como se tivesses saído para não mais voltares, era como se a minha vida tivesse terminado, pois só contigo me sinto, verdadeiramente, viva. Parece que és tu que me dás vida diariamente, parece que nasço a cada novo dia, e tu não és mais que a causa e a consequência de tal fenómeno.

            Quando não te vejo tenho sempre medo de ficar assim, sem ti, a ver as horas e os dias passarem, igual a todas as outras pessoas que por não terem alguém como tu envelhecem. Todos me dizem que o tempo não passa por mim, talvez passe, mas por estar feliz não  dou por ele e ele acaba por não me dar importância e, vai-se como veio, sem me incomodar na minha felicidade.

            E tu voltas em menos de cinco minutos e, trazes contigo o jornal e, ligas a máquina de café e, eu limpo as lágrimas à pressa e, renasço quando dizes: “Voltei, Amor”.


publicado por Flá às 01:07

link do post | comentar | ver comentários (26) | favorito

Terça-feira, 26 de Junho de 2007

O vazio das ausências...

            Depois do que fui contigo, e quase fui com outros, depois da euforia, depois dos sorrisos, depois de todas as conversas, depois de todos saírem…vem o vazio.

           

            O silêncio e a ausência apoderam-se de tudo, e eu, eu fico pequenininha no meio de tudo aquilo, de tudo aquilo que me ultrapassa, porque cada um teve de ir à sua vida, os amigos são óptimos mas têm as suas vidas, e quer queiramos quer não a nossa cruza-se muito pouco com a deles.

 

            Tu, eu sei que voltas, pois parte da tua vida sou eu, tal como tu da minha, os outros…bem os outros foram uma espécie de amor, chegaram mesmo a preencher-me, mas nunca, como tu, a completar-me.

 

            Estou de tal maneira dependente de ti e da tua companhia que fico de mau humor se estou demasiado tempo sem te olhar nos olhos, nos olhos que amo, sim, também os amo, afinal são uma parte de ti, como os teus defeitos…que também amo.

 

            Amo-te até quando tenho de dizer “Porta-te bem”, naqueles momentos em que estás a ser infantil… “Estou aqui, Amor, não me fui embora”, é o me dizes quando estamos em filas diferentes e apareces junto de mim para o dizeres e depois desapareces outra vez…dizes aquilo que é no fundo o que queres ouvir.

 

            Amo tudo o que és, mais o que me fazes sentir, e amo-te pelos teus defeitos, porque se fosse pelas qualidades todos amariam, seria mais fácil.

 

            E mais que os outros que apenas me preenchiam, tu completas-me, amo-te.


publicado por Flá às 21:12

link do post | comentar | ver comentários (7) | favorito

Mais sobre mim

Pesquisa

 

Outubro 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30
31


tags

todas as tags

Favoritos

Uncensored

Links

blogs SAPO
RSS