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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2007

Momentos...

Imaginei grandes momentos...momentos de sucesso, de risos, de relaxamento, de amor, de paixão...imaginei para nós um sem número de momentos felizes e únicos e sei que também os imaginaste diferentes mas igualmente para nós.

O conjunto de todos os momentos, dos imaginados e dos que não o sendo não foram menos importantes, é tudo o que de nós resta.

Acabou...

Nada fizeste para que o nosso fim chegasse, e eu, sabes bem que também nada fiz para isso.

Chorar não resolve nada ou sequer remedeia alguma coisa, mas é inevitável. Dizias que eu era forte só que não sabia e eu acreditava, acreditava porque eras tu quem mo dizia, acreditava da mesma forma que acreditava quando dizias que íamos ficar juntos para sempre.

Não sou forte como me dizias ser.

E que mais ninguém me venha com sentimentos ou lágrimas de crocodilo, ninguém sente tanto como eu.

Hoje achei que não conseguiria enfrentar o mundo, enfrentar as ruas, enfrentar os bancos de jardim, o café onde gostavas de ficar na conversa, enfrentar o jornal do quiosque que lerias calmamente...hoje achei que não seria capaz de enfrentar o mundo sem ti, porque em tudo há uma lembrança tua, porque em tudo há lágrimas a quererem ser choradas. Mas eu busquei forças, onde, não sei, mas elas vieram, arrastei-me até à exaustão, agora, agora só quero dormir, pois amanhã terei de voltar a enfrentar tudo sem ti.

Até já, Amor, encontramo-nos nos meus sonhos.

 


publicado por Flá às 22:02

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Sábado, 15 de Setembro de 2007

Tens magia no olhar!

Não julgava possível encontrar no meu, o teu olhar, o certo é que o pousaste em mim...e nesse instante tudo mudou.

            Tive medo de querer cada vez mais o teu olhar para mim, tive medo de o querer de mais, tive medo que perdesse todo o encantamento que tinha, tive medo que fosse um engano e que não o tivesses, afinal, pousado no meu e fugi, fugi como sempre havia feito. Mas de cada vez que levantava para o mundo os meus olhos, lá estavam eles, os teus, pousados nos meus, sempre pousados nos meus...mesmo obrigando os meus a fugirem dos teus, os teus puxavam-me para eles, como se de ímanes se tratassem...apresentei-lhes uma falsa resistência, sabia da minha incapacidade de lhes resistir. Não consegui evitar percorrer o caminho que me impingiram, o caminho que me levou a ti e, consequentemente, à felicidade.

            Os teus grandes olhos são mágicos...como eu os amo.

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publicado por Flá às 00:04

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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

muito obrigada carissimo(a)...

De Anónimo a 12 de Setembro de 2007 às 17:06


"QUE BLOG DE PUTA DE MERDA !
 
 Anónimo"

"A mentira roda meio mundo antes da verdade ter tido tempo de colocar as calças.

 Winston S. Churchill"


Tenho a dizer uma coisa: hoje sou uma princesa mais desperta para a vida, e tudo tenho a agradecer ao caridoso anónimo, que me enviou a simpática missiva acima.

Tenho, claro, que admitir, que quando a li me senti vilipendiada, mas, hoje, com outros olhos e maior sabedoria, vejo em tais palavras cruas um elogio do meu ser.

Que escolha de palavras sublime! Que métrica! Que sonoridade! Que perfeição poética! Em tudo este comentário nos eleva, e nos pasma pelo seu génio escondido! Tudo! A metáfora, tão sublime, sugerindo que trabalho os meus textos como uma "puta" que faz bem o seu serviço! O uso do vocábulo "merda", que simboliza, naturalmente, o intransponível, a barreira que os meus textos são para quem não os entende, a forma como, tal como o cheiro nauseabundo de tal "presente", os meus textos afastam quem não está preparado para eles!

Por tudo isto (e sim, até pela escolha da assinatura, revelando uma classe superior: de facto este benfeitor, como todos os grandes benfeitores da humanidade, deseja permanecer anónimo, privando-me assim da oportunidade de lhe agradecer , e recusando, modestamente, a admiração da população geral!) tenho que dizer que este foi, sem dúvida, um dos melhores comentários á minha curta carreira literária.

O meu muito e muito obrigada.

A Princesa

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publicado por Flá às 23:34

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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

Não lamento muito, na verdade não lamento nada!

            Não aguento mais, nem mais uma lágrima, nem mais uma gargalhada, nada, não aguento mais nada, agora não consigo aguentar mais que ficar aqui deitada à espera que as horas passem, que todas as horas passem, qui no meio dos sentimentos, das frases, dos textos de outrora...

            Choro tudo o que perdi e rio de tudo o que acreditei, de tudo o que sonhei, desejei e amei...e do que agora sou, uma sombra feliz do que em tempos fui.

Amei demasiados sorrisos, desejei demasiados beijos e abracinhos, sonhei demasiadas vezes e acreditei em olhos de mais.

            Em tempos vivi amores que não o eram, realidades que não o eram e até tive amigos que não o eram e os poucos que eram quase que fiz questão de os perder.

            Levei-me à ruína...uma ruína onde sou feliz, feliz como nunca havia sido, mas mesmo assim uma ruína, uma ruína onde apenas amo um sorriso, e vivo um amor que o é.


publicado por Flá às 19:38

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