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Domingo, 29 de Julho de 2007

Uma carta real, por tu, Pedro, também o és, real...

            No fundo era como se já te soubesses perdoado, pois no fundo era como se eu já soubesse a verdade, ainda que ninguém mo tenha confirmado, porque ninguém para além de ti o poderia ter feito.

            Costumo dizer-te, sobre as nossas discussões normais, de casais normais, que não são as recordações más que ficam e que mais nos marcam, mas sim as boas, continuo a acreditar nisso, mas esta dorzinha não saiu, não sai, não sei se alguma vez sairá...esta é uma daquelas verdades que mesmo sem ser conhecida já magoa, magoa só por existir, é uma verdade das que ficam, das que marcam, como as recordações boas, mas é uma verdade que está ofuscada, ofuscada pelas recordações boas.

            Não consegui evitar chorar ao ver a minha almofada, parece que ela me torna mais fraca...

            Adoro brincar contigo na praia, adoro quando caímos os dois no mar, que nem dois miúdos, no meio das pessoas que apenas molham os pés e que nos olham de lado, adoro quando te mandas para o mar fingindo ter sido empurrado por mim, quando apenas te encosto a pontinha de um dedo ao ombro, adoro quando rimos que nem dois tolos por qualquer coisa que não nos ocupa, já, lugar na memória, por tão importantes que são as nossas gargalhadas conjuntas, adoro quando ficas contente com as minhas vitórias, como se tuas fossem, e se apenas conheces as minhas vitórias, é porque nunca me deixas desistir do que realmente quero, por isso, sinto-me na obrigação de sair vitoriosa de tudo...

Tudo o que adoro em ti, na nossa relação e na nossa história normal, de casal normal, é tudo o que rodeia e ofusca aquela verdade que apesar de tudo ainda magoa.

Sei que não te mostrei o quanto doeu, sei que tinhas medo que esta noite chegasse...efectivamente, esta noite, a noite após a confirmação, fez-me pensar sobre o assunto, mas não me fez mudar de ideias, afinal eu perdoei-te e se o fiz não me arrependerei nem voltarei atrás com a decisão, voltava a perdoar-te agora, e amanhã, provavelmente, também, e voltava a dizer-te baixinho ao ouvido “tudo bem, eu perdoo , não chores, eu amo-te, está tudo bem”, porque acredito quando dizes que me amas, porque sei que te melhoras para mim, diariamente, porque acredito quando dizes que estás arrependido e que foi um erro e, principalmente, porque para além de ti não poderia haver mais ninguém como tu na minha vida, porque tu és aquele, e não tens mesmo de chorar ou ficar com o olhar triste, porque está mesmo tudo bem, estás perdoado e eu continuo a amar-te...ao contrario do que temias, confio em ti mais que nunca, mostraste-te merecedor de tal confiança, porque a verdade é amiga da confiança.

Obrigada, mostraste-me que tudo é possível .

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publicado por Flá às 23:25

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Segunda-feira, 16 de Julho de 2007

Vencido pelo cansaço, aconchegado por ti

            O corpo pesado, quase morto pelo cansaço cai sobre a cama, já adormecido…passou meses acordado, primeiro ansiando o teu regresso, sem garantias de ele vir mesmo a acontecer, depois temendo uma nova partida, que não suportaria…foi, hoje, vencido pelo cansaço. Descansa sereno e feliz, pois sabe, graças ao que lhe mostraste, que não tem de ter medo, estarás sempre por perto, estará sempre seguro e, aconchegado nos braços que ama.

            Ao acordar verei os teus olhos pousados em mim, sentirei os teus braços envolverem-me, sentirei os teus lábios tocarem levemente na minha orelha, ouvirei a tua voz doce dizer: “Bom dia, Amor”.

            A partir de hoje não terei mais medo de adormecer, pois sei que estarás sempre lá para me ver acordar.

            Por favor não me desiludas como quase já o fizeste uma vez…


publicado por Flá às 13:11

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