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Sexta-feira, 29 de Junho de 2007

Não dou pela passagem do tempo, logo, não envelheço...

            “Não, Amor, vai sozinho, hoje fico em casa, sinto-me cansada”, respondi-te ao convite que me havias feito para irmos beber um café e aproveitarmos depois o solzinho de Inverno no parque a namorar, ou a ler o jornal, ou ainda a fazer os dois ao mesmo tempo.

            Ao ouvir o trinco da porta, que fechaste ao sair, não consegui evitar chorar, era como se tivesses saído para não mais voltares, era como se a minha vida tivesse terminado, pois só contigo me sinto, verdadeiramente, viva. Parece que és tu que me dás vida diariamente, parece que nasço a cada novo dia, e tu não és mais que a causa e a consequência de tal fenómeno.

            Quando não te vejo tenho sempre medo de ficar assim, sem ti, a ver as horas e os dias passarem, igual a todas as outras pessoas que por não terem alguém como tu envelhecem. Todos me dizem que o tempo não passa por mim, talvez passe, mas por estar feliz não  dou por ele e ele acaba por não me dar importância e, vai-se como veio, sem me incomodar na minha felicidade.

            E tu voltas em menos de cinco minutos e, trazes contigo o jornal e, ligas a máquina de café e, eu limpo as lágrimas à pressa e, renasço quando dizes: “Voltei, Amor”.


publicado por Flá às 01:07

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Terça-feira, 26 de Junho de 2007

O vazio das ausências...

            Depois do que fui contigo, e quase fui com outros, depois da euforia, depois dos sorrisos, depois de todas as conversas, depois de todos saírem…vem o vazio.

           

            O silêncio e a ausência apoderam-se de tudo, e eu, eu fico pequenininha no meio de tudo aquilo, de tudo aquilo que me ultrapassa, porque cada um teve de ir à sua vida, os amigos são óptimos mas têm as suas vidas, e quer queiramos quer não a nossa cruza-se muito pouco com a deles.

 

            Tu, eu sei que voltas, pois parte da tua vida sou eu, tal como tu da minha, os outros…bem os outros foram uma espécie de amor, chegaram mesmo a preencher-me, mas nunca, como tu, a completar-me.

 

            Estou de tal maneira dependente de ti e da tua companhia que fico de mau humor se estou demasiado tempo sem te olhar nos olhos, nos olhos que amo, sim, também os amo, afinal são uma parte de ti, como os teus defeitos…que também amo.

 

            Amo-te até quando tenho de dizer “Porta-te bem”, naqueles momentos em que estás a ser infantil… “Estou aqui, Amor, não me fui embora”, é o me dizes quando estamos em filas diferentes e apareces junto de mim para o dizeres e depois desapareces outra vez…dizes aquilo que é no fundo o que queres ouvir.

 

            Amo tudo o que és, mais o que me fazes sentir, e amo-te pelos teus defeitos, porque se fosse pelas qualidades todos amariam, seria mais fácil.

 

            E mais que os outros que apenas me preenchiam, tu completas-me, amo-te.


publicado por Flá às 21:12

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Sexta-feira, 15 de Junho de 2007

Nada de desculpas...

Demorei a abrir a porta pois já não acreditava que pudesses ser tu, não acreditava que um dia fosses voltar, não acreditava que ainda me quisesses, ainda que quando te vi de olhar triste não soubesse ao certo o que pretendias ou se pretendias algo mais que me lembrar que te amo profundamente e que não eras meu…

            Fiz-te sinal para entrares e nem uma palavra ousou soltar-se…sentaste-te no lugar de sempre, ainda que não te sentasses nele à quase dois meses, de pé à tua frente cruzei os braços enquanto esperava uma palavra tua, uma palavra que talvez justificasse a tua presença ou a tua ausência... “Desculpa…desculpa mas não aguento não te ver todos os dias, não aguento não te tocar todos os dias…desculpa” as palavras que usas-te e a forma como não me encaraste soaram-me a uma desculpa de homem, uma daquelas desculpas em que já ninguém cai.

            Perguntei-te friamente se tinhas acabado de falar e disse que tinha algumas coisas a fazer e que não podia perder muito tempo com coisas que não interessavam, mas naquele momento tudo o que eu queria era abraçar-te e dizer-te que quase morri de saudades e chorar agarrada ao teu pescoço, chorar de felicidade após tanto tempo a chorar de tristeza…

            Sem me olhares nos olhos levantaste-te e preparavas-te para sair, quando, num gesto brusco me abraças e me dizes que me amas e que foi tudo um erro e que queres ficar comigo, porque sem mim as coisas não fazem sentido, dizes que precisas de mim, dos meus miminhos matinais para acordares e para o teu dia correr bem, dizes que precisas de mim sempre a buzinar-te aos ouvidos o que é preciso fazeres, que precisas das nossas brincadeiras tolas que tanto te preenchem….tapei-te a boca, não quis ouvir mais nada, não precisava ouvir mais nada, não precisava das tuas lágrimas para me sentir melhor…conheço-te o suficiente para saber que não mentias.

            Não te perguntarei por onde andaste, o que fizeste ou com quem estiveste, nada, não te perguntarei nada…quero-te aqui comigo e se é isso que queres e se me amas isso basta…as outras respostas não mudariam o que sinto por ti nem o que somos juntos.

            Na primeira noite mal fechei os olhos…tive medo, medo que fosse um sonho e que quando os abrisse tu não estivesses lá, como não havias estado durante semanas, por favor não voltes a ir de férias sem me levar.

 

Algumas verdades magoam e parecem transformar  outras verdades em mentiras, por isso, não quero saber, não quero saber nada sobre as tuas últimas semanas, só te quero aqui, e por favor abraça-me outra vez, e outra, e outra, e outra…e não mais palavras que isso, a tua presença e saber que me amas a mim bastam para te desculpar, ainda que não tenha nada que desculpar, foram só uma férias, sem nada de mal.

           

            Amo-te e quero-te sempre como agora, comigo e feliz.

            (Só te conto o que se passou naquele dia para o caso de já não te lembrares.)


publicado por Flá às 21:14

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Terça-feira, 12 de Junho de 2007

Hoje...

            Hoje a tua imagem voltou a passar-me pela cabeça, hoje a saudade apertou mais um bocadinho, hoje quis ter-te como em tempos tive, hoje voltei a chorar…

            Parece que todos os dias me lembro de coisas novas, é como se tivessem acontecido no dia anterior, antes também parecia que íamos ficar juntos e felizes para sempre e tal não aconteceu, estou mais só que nunca…afinal só me lembro de coisas diferentes, porque nada de novo aconteceu desde que…desde que me deixas-te.

            Hoje lembrei a altura em que dizias que éramos mais que noivos, porque isso era apenas um pequeníssima parte do que éramos juntos, do que éramos um para o outro.

            Deste o nosso futuro a dois certo durante tanto tempo que acabei convencida de que ia, mesmo, ser tudo perfeito, como o quadro de descrições que pintavas na altura.

            Sempre me magoou o facto de apenas me teres escrito um poema, enquanto que para as outras…para as outras nunca os consegui contar, sempre achei que nunca conseguiria ter para ti a importância que elas tiveram, afinal talvez tivesse razão.

            E dizias tu que me amavas, e acreditava eu em tudo o que me dizias, pobre louca.


publicado por Flá às 18:34

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Domingo, 10 de Junho de 2007

Este post é mto grand, se é preguiçoso ou gosta de ler coisas c qualidad vá passear para outro lado

            Não sei escrever sobre quão bom é ter a pessoa que se ama, logo, escrevo sobre o quão mau seria se a perdesse. Mas nem tudo o que publiquei era fictício, e mesmo as situações hipotéticas que em 3 posts apresentei, não o eram totalmente, tocavam levemente na minha realidade.

 

            Sinto tudo a ruir à minha volta, começo a deixar de me sentir capaz de conseguir qualquer coisa, até mesmo as coisas a me propus, publicamente, a cumprir…esta impotência aliada a um pequeno grande grupo de outras situações e aborrecimentos diários levam-me a reflectir sobre o verdadeiro sentido da minha vida, e muitas vezes a achar que talvez esteja tudo errado nela.

 

            Não é apenas aquele ciuminho , e admito a sua existência, daquela que já foi a minha melhor amiga a “fazer-se” ao que fez de mim princesa…não, não é apenas isso, claro que o facto de já toda a gente ter reparado e comentado também ajuda, não esquecendo o facto de ele quase se esquecer de mim de cada vez que fala com ela, mas não, também não é apenas isso…neste momento tudo parece inquietar o meu pequeno ser, até a chuva que neste momento bate na janela, manchando os vidros.

 

            Não posso esquecer que o “sou uma pinxexa linda!” foi criado por alguém que ao dar-lhe este nome ganhou de mim um sorriso e um beijo, mas não posso esquecer porque o criou, apenas porque era necessário eu ter um blog para podermos criar um outro conjunto, com o intuito de ensaiarmos para “o nosso romance”…na verdade, nem sei porque insistiu tanto tempo nesse assunto, afinal nunca senti que ele gostasse da minha escrita, como dizia, e talvez não gostasse, realmente, afinal, o meu blog foi criado com um intuito que nunca se cumpriu, não chegámos a criar o nosso blog conjunto…nunca senti que alguém gostasse, realmente, do que escrevo, por isso, talvez não volte a escrever para publicar, ou a publicar o que escrevi.

 

            Talvez tivesse feito melhor figura se não tivesse tirado dos meus cadernos as últimas porcarias que escrevi.

 

            Se alguém ficar chocado ao ler isto: tenho pena.

 

            E assim me despeço, sem garantias de regresso e porque esta é, provavelmente, a última porcaria que publico.

 

            Sou pequena mas tenho sobrevivido a tudo, e assim continuará.


publicado por Flá às 11:49

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