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Domingo, 27 de Maio de 2007

Não consigo...

            Não consigo…não consigo queimar as cartas de amor que me escreveste, não consigo esquecer todas as coisinhas ridículas e fofas que me dizias, não consigo esquecer nada do que juntos fomos, não consigo, não consigo, não consigo…e nem sei se quero, realmente. Preferia que voltasses e que ficasse tudo como estava, como era…mas também não consigo desejar isso ardentemente, porque não te quero infeliz…porque amo ver-te sorrir, amo-te feliz, como em tempos o eras comigo.

            Já passou mais de uma semana desde que partiste, ou dito outra maneira, de uma maneira que dói mais, mas a mim, pois a ti nada parece afectar-te, pareces intocável, intocável como o eras antes de me sorrires…já passou uma semana desde que me deixaste, já passou a minha hora, estou atrasada para tudo, tudo me passou ao lado nos últimos dias, menos a tua ausência…como é que isso me poderia passar ao lado? Não pode nunca.

            Não penses que passei todos estes dias no chão do corredor a chorar a tua ausência…saí daqui centenas de vezes, mas acabo sempre por voltar, pois foi aqui que te vi pela última vez, amor tens-te alimentado bem? Algumas pessoas passaram por cá para verem como eu estava, não percebo porque o fizeram…foste tu? Foste tu quem lhes pediu para me virem dar um ombro? Ainda te preocupas comigo? Ou isso foi só um descargo de consciência? Podia ter todos os ombros do mundo…que de todos abdicaria se me faltasse o teu, como aliás falta. Saí daqui para abrir a porta aos que vieram e que se foram, sabes, todos me disseram obcecada, por ti, por uma amor que já não vale a pena…eles não sabem o que ter-te e o que é perder-te, dói…dói muito, dói de mais.

            Ninguém sabe o quanto dói, pois ninguém te teve como eu te tive.

           

           


publicado por Flá às 18:29

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Sábado, 19 de Maio de 2007

Os nossos projectos morreram

            Esta foi uma noite que mesmo antes de chegar já a sabia inesquecível, ou não fosse o que era, a noite do baile, do baile de gala, do nosso baile de finalistas…

            Tínhamos feito planos para aquela noite, tinhas pensado em levar uma gravata da cor do meu vestido, para mostrarmos a todos que estávamos em sintonia, tinha-te pedido que me abraçasses a noite toda para disfarçarmos uma escorregadela, caso acontecesse…tínhamos treinado a valsa umas três vezes, iríamos ler, juntos, o discurso de turma, que escreveríamos, também juntos, como o romance, que já intitulávamos de “o nosso romance”, perguntavas quase todas as semanas “Então, amor, quando começamos a escrever o nosso romance?”… acho que apenas perguntavas aquilo para teres alguma coisa que dizer, para quebrar os silêncios que eram já demais.

            Estavas lindo, como sempre, mas não tinhas uma gravata da cor do meu vestido, não me abraçaste a noite toda, nem me chegaste a abraçar e pior não éramos já um par, o par que no baile não chegamos a ser e não gastamos tempo a ensaiar a valsa, perdemo-lo porque nunca a dançamos…e o discurso, bem o discurso foi escrito por outra, uma tua amiga que contigo o foi ler.

            Quanto ao romance que não chegou a ser nosso porque nunca o chegamos a escrever…é hoje isso mesmo, um plano que existiu…como todos os outros que tínhamos e que morreram quando disseste que acabou, que não querias mais ser comigo.

            Desfilamos sozinhos, eu com um sorriso postiço, tu não sei…mas desfilamos sozinhos…não tínhamos par para desfilar, mas magoou-me ver-te dançar a valsa com outra, magoou muito…e se chorei durante o discurso foi porque não olhaste para trás quando me viraste as costas pela última vez destruindo assim todos os nossos projectos, porque o discurso nem o consegui ouvir.

            E nunca me chegaste a dizer se eu parecia, realmente, uma princesa como um dia disseste quando me imaginaste de vestido.


publicado por Flá às 11:14

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Segunda-feira, 14 de Maio de 2007

Estou à espera que voltes...

             Porque foste embora? Porque não levas-te tudo?

            Foram momentos de mais para uma malinha só…uma malinha onde apenas levaste roupa para uma semana…será que voltas na próxima semana? Será que vais pedir a alguém para vir buscar o resto das tuas coisas? Será que vais levar tudo o que é teu? Vais levar-me?

            Ainda estou sentada no chão do corredor em frente à porta…estou à espera que voltes e que me digas que a nossa discussão não fez sentido…e que não podemos desistir nem de nós, nem dos nossos projectos, nem da nossa vida conjunta, nem…ainda estou à espera que voltes e que me abraces e que me digas “amo-te princesa” como dizias antes da discussão, como dizias antes de fazeres a mala, como dizias antes de saíres sem te despedir…nunca tinhas saído sem te despedir.

            Será que não aguentaste tanta felicidade junta? Será que não fui suficiente para ti? Será que te fartaste de acordar comigo ao teu lado? Será que te fartaste de me olhar? Será que te fartaste do meu amor? O que aconteceu? Diz-me…preciso duma explicação…porque foste embora? Porque não me levaste? Porque não te despediste?

            Porque não atendes quando te ligo? Fartaste-te da minha voz? Talvez te tenha falado de mais das minhas coisas…mas se quiseres não volto a falar-te delas…se quiseres posso passar a dormir no sofá, não precisas acordar ao meu lado…mudo tudo por ti…mudo tudo para que voltes.

            Por favor volta. Quem brincará com o teu cabelo? Quem resmungará contigo quando fores egoísta? Quem te vai limpar as lágrimas caso elas apareçam? Quem vais pegar ao colo? A quem vais chamar princesa? Será que tens outra pessoa? Já lhe disseste que detestas batatas cozidas e que também não gostas de peixe? Ela já sabe que nem um prego sabes pregar? Será que ela gosta mesmo de ti? És mais feliz com ela que comigo? Também lhe cantas ao ouvido? Dizes-lhe aquelas coisas bonitas que me dizias antes de discutirmos?

            Porque não me respondes? Porque me deixas aqui à espera do teu regresso sem se quer saber se ele vai mesmo acontecer? Sabes bem que ainda estou sentada no chão do corredor…sabes bem que choro…sabes bem que sou doida por ti…sabes bem que te amo…porque discutimos?

            Amor, não importa se ele me amou mais que tu, o teu amor chega-me, o teu amor completa-me, o teu amor preenche-me, o teu amor é tudo para mim…eu sei o que é melhor para mim e não posso ter melhor que tu, nem o mereço…por favor volta…escolhi-te a ti, a ti, amor…não percebo porque discutimos, nem porque ainda não voltaste.


publicado por Flá às 20:31

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Quinta-feira, 10 de Maio de 2007

Não sei se saberei a verdade, porque não saberei se mentes

Fizeste de mim princesa…arranjaste maneira de mostrar a todos o que sentes e pensas de mim…fizeste-te pinxexo e arranjaste maneira de o mostrar a todos.

            Quais as tuas verdadeiras intenções em cada um desses momentos? Não sei, nem sei se alguma vez as saberei…acreditarei sempre no que disseres, porque dizes sempre o que quero ouvir, e faze-lo sempre, não falhas uma única vez, dizes sempre o que quero ouvir, sempre, sempre,sempre …

            Sabes, amor, às vezes não sei se acredito por ser, realmente, verdade o que dizes ou se acredito porque           quero acreditar, porque preciso de acreditar, porque preciso das tuas palavras, porque preciso exactamente daquelas palavras vindas de ti…preciso de tudo isto para ter uma sobrevivência feliz, num mundo onde o verbo amar está banalizado, como se amar fosse para todos….que ideia mais ridícula…amar não é para todos. Só nós amos, eu e tu, os outros têm uma espécie de amor…eles pensam o mesmo de nós mas é obvio que o amor foi feito para nós, fica-lhes curto nas mangas a eles, pobres coitados, dizem o mesmo de nós, não sabem o que dizem.

            Sabes, amor, antes de dizeres o que quer que seja eu não consigo evitar desejar que digas aquilo que acabas sempre por dizer…o facto de para mim estares a um passo da perfeição inibe-me, a um nível quase biológico, de duvidar de uma das tuas palavras, porque nunca acreditarei noutra pessoa que não em ti, porque não considero a existência de uma pessoa capaz de estar tão perto da perfeição que não tu, não existe mais ninguém tão perto da perfeição como tu, não posso duvidar de uma pessoa que é praticamente perfeita.

            Por favor tenta nunca te aproveitar desta minha fraqueza.

            O meu amor é cego quanto ao que os outros dizem.


publicado por Flá às 21:28

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Quarta-feira, 9 de Maio de 2007

Invasão

So pa te dizer que te amo muito muito muito muito:D

 

 

(E que és linda)

 

(E que és fofinha)

 

(E essas coisas todas)

 

Amo-te pinxexa;) @@

 

 

do pinxexu:P


publicado por Flá às 21:15

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Domingo, 6 de Maio de 2007

Aquele adeus tão definitivo e aquela almofada à qual me abraço para chorar

            Passei a noite a ouvir-te dizer-me, baixinho ao ouvido, “Adeus princesa” e aquela frase…aquela voz…aquele adeus tão definitivo...não me deixaram dormir, apenas chorar, chorar abraçada à tua almofada, aquela almofada onde não chegaste a dormir, aquela almofada que não chegaste a ver, aquela almofada que não cheguei a dar-te, aquela almofada a que me abracei para chorar.

            Sem ti, sem as tuas palavras, sem os teus sorrisos, sem as tuas minhas coisas e momentos deixo de ser uma princesa, a princesa que não cheguei a ser, a princesa que apenas tu vias, a princesa que construíste e que agora, com essa voz e com esse adeus tão definitivo, desaparece…desaparece sem na realidade ter aparecido ou existido.

            E o que sobrou de nós foi a tua minha almofada a que me abraço para chorar porque “amam-me demasiado as coisas de que me lembro”.


publicado por Flá às 11:57

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Sexta-feira, 4 de Maio de 2007

ser sozinha...

            Não sei como será amanhã…irá faltar-me a tua mão para segurar a caneta, irão faltar-me os teus olhos para ver a manhã, irá faltar-me a tua boca para tomar o pequeno almoço…irá sempre faltar-me alguma coisa, faltar-me-ás sempre tu.

            Faltam-me já as tuas palavras, ainda que ilegíveis, pois as minhas, mesmo legíveis, serão sempre insuficientes e deixarão sempre aquele vazio de quem não sabe usar as palavras, apenas as gasta, eu sem ti serei sempre insuficiente, afinal éramos um, fazias parte de mim, como eu de ti, como sobreviverei sem uma parte de mim? Ou será que mentias quando dizias que éramos um?

            Não conseguirei dormir sem te sentir meu, nem consigo imaginar-me a percorrer os dias que ainda me faltam sem saber que estou atrasada e que estás à minha espera, sem saber que te vou ver sorrir, sem saber que me vais cantar ao ouvido, como só tu o fazes e sabes fazer, sem saber…

            E agora…onde estás? Estou triste preciso do teu colinho para parar de chorar, lembras-te que prometeste abraçar-me sempre que estivesse triste? Não sinto os teus braços envolverem-me.

            Estou à espera que apareças ao longe, por entre as casas por onde te vi desaparecer, estou à espera que me olhes, estou à espera que me sorrias, para então correr para ti e pendurar-me no teu pescoço e dizer-te baixinho, como na primeira vez, “Amo-te miúdo”…só não sei se ainda o quererás ouvir.

            “E não digas nada que o silêncio diga melhor”, amor.


publicado por Flá às 19:59

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Quinta-feira, 3 de Maio de 2007

O grupo dos outros

Mais que saber que os outros dão demasiados palpites, que falam de mais, que nos acham apenas uma porção de carne que agora lhes pode apetecer ou não, mais que qualquer outra coisa…entristece-me o facto de para alguém no mundo eu fazer parte do grupo dos outros.


publicado por Flá às 18:25

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Quarta-feira, 2 de Maio de 2007

Sou uma pinxexa linda!

            Sonhei que era uma princesa linda e brincava como se assim fosse, sorria ingénua e genuinamente, como todas as crianças…sonhei sem restrições, sem medidas e sem muros, até sonhei acordada.

            E os anos passaram e os sonhos foram morrendo, nos dias que correm cada vez que choro é porque reparo que ainda não perdi de todo a ingenuidade de menina…e dói muito…tento transferir a dor dando murros na parede, mas dói muito, dói de mais e não chego a sentir a parede no nó dos dedos que embatem contra ela.

            Talvez os adultos não sonhem mesmo, como sempre me disse a minha mãe, mas hoje e porque me disseram que eu era uma princesa linda vi nascer em mim a vontade de voltar a sonhar sem restrições, sem medidas e sem muros…não estarei a ser ingénua, novamente?

            Não! Recuso-me a acreditar nisso, recusar-me-ei sempre e para sempre a ser uma pessoa adulta que não se lembra de como é bom sorrir, que não sonha, que apenas sabe dizer que os adultos não têm sonhos, porque se assim tivesse de ser eu não iria crescer, não quero crescer nessas circunstâncias, crescer dói muito, dói de mais, muito mais que todos os murros que se possam dar numa parede.

 


publicado por Flá às 15:02

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